Psoríase

Psoríase
 

Geneticamente determinada por uma herança multi-factorial, a psoríase pode surgir devido a infecções bacterianas (pela secreção de toxinas bacterianas), estados inflamatórios, stress psicológico, utilização de determinados medicamentos, algumas doenças, consumo de álcool e exposição excessiva ao sol.

Sendo uma condição auto-imune da pele, pensa-se que a psoríase seja mediada por células T. No entanto, os cientistas só agora estão a começar a perceber o mecanismo celular exacto que está por trás desta doença.

O que sabemos de momento é que as alterações dérmicas devido à psoríase são caracterizadas por um aumento da vascularização e da infiltração de células T, neutrófilos, macrófagos e mastócitos. Os queratinócitos sofrem uma hiperproliferação, e isto leva a uma queratinização prematura e incompleta. Ao mesmo tempo, os níveis de citoquinas, assim como de outros mediadores inflamatórios da pele, não estão regulados.
 


Tratamento da psoríase
 

A maioria dos casos de psoríase podem ser controlados com medicamentos tópicos como os análogos da vitamina D, costicosteróides ou associações destes. Adicionalmente, os tratamentos tópicos apresentam-se em diversas formulações tais como pomadas, cremes ou gel, de acordo com a preferência do doente.

Dependendo da extensão e gravidade da psoríase, existem outras opções terapêuticas como a fototerapia com radiação ultravioleta ou a terapêutica sistémica com metotrexato, ciclosporina ou anti-TNF-α.

Para informações mais detalhadas, consulte psoríase e os tratamentos.
 

 

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